segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Curiosidades


     Arquimedes foi um filósofo e matemático que viveu 280 anos a.C. tendo-se dedicado especialmente à
 
geometria e mecânica. Uma das histórias mais conhecidas de Arquimedes é a da “Coroa de ouro de Hieron”:

Quando  Hieron   reinava Siracusa,  cidade  onde Arquimedes  havia  nascido,  mandou   confeccionar  uma 

coroa em ouro. Quando Hieron recebeu  a  coroa  feita  desconfiou que tinha sido enganado  e  que  a coroa

não possuía o ouro todo que  tinha  dado ao  artesão. Para  provar  que  estava  certo,  chamou  Arquimedes

para que este verificasse se a coroa estava ou não falsificada. Arquimedes  foi  para  casa e,  nesse  mesmo

dia, ao entrar para a  banheira  descobriu  que  o  nível  da  água  subia  à  medida  que  entrava  na  mesma. 

Desatou logo  a  gritar “EURECA!!!, EURECA!!”.  Com  base  nesta  descoberta,  Arquimedes  verificou  
 
que duas massas de igual peso sendo uma delas em prata e a outra em ouro colocadas em dois  recipientes 

cheios  de  água,  transbordavam   quantidade   diferente  de  água.  Verificou  então  que a  massa  de  ouro 

transbordava  menos  água  que  a   de  prata. De  seguida  mergulhou a coroa do rei  no  mesmo  recipiente

cheio  de  água e  verificou  que  esta  transbordou  mais  água  que  a  massa  só  de  ouro. Verificou  então 

que a coroa do rei tinha sido falsificada com alguma quantidade de prata.
 

Volume e capacidade

Volume e capacidade: que diferenças?

O volume, normalmente, é utilizado para medir o espaço ocupado por um sólido. A unidade de medida padrão é o metro cúbico (m³).

A capacidade, normalmente, é utilizada para medir o espaço ocupado por um líquido. A unidade de medida padrão é o litro (l).

O manual adotado na nossa escola - 6º ano



                    
                               

Matemática: uma amiga no dia a dia



Manhãzinha. Num repente
salto da cama, lampeiro.
Lavo a cara, como o pão.
Uma amiga está presente
nas pesagens do padeiro,
no fabrico do sabão.

Não me deixa. Vai comigo,
caminhando para a escola.
O comprimento da bota,
a  idade do amigo,
o tamanho da sacola,
tudo mede sem batota.

Vou comprar aquele jogo
que ando há muito a namorar
na loja do Ti João.
Essa amiga acorre logo
diz-me quanto vou pagar
e quanto troco me dão.   

Chego à escola. Estou na sala,
nesta mesa onde a tralha
se amontoa a cada passo.
E nenhum de nós se cala
se essa senhora falha
e não organiza o espaço.
















Se quero comunicar
com quem é d’outra paragem
e tem um falar diferente,
ela lá vem ajudar
porque usa uma linguagem
que é igual p’ra toda a gente.

Dentro da nossa cabeça
p'lo pensamento é bem vista
esta amiga que o defende.
Pois por estranho que pareça
ele é como um desportista:
quanto mais treina, mais rende.

Está no nosso dia a dia
mesmo sem a gente querer,
É prestável, é simpática,
à vida dá harmonia.
Quem poderia viver
sem a amiga Matemática?



António Crespo Moreira