"Um bom ensino da Matemática forma melhores hábitos de pensamento e habilita o indivíduo a usar melhor a sua inteligência." (Irene de Albuquerque)
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Curiosidades
Arquimedes foi um filósofo e matemático que viveu 280 anos a.C. tendo-se dedicado especialmente à
geometria e mecânica. Uma das histórias mais conhecidas de Arquimedes é a da “Coroa de ouro de Hieron”:
Quando Hieron reinava Siracusa, cidade onde Arquimedes havia nascido, mandou confeccionar uma
coroa em ouro. Quando Hieron recebeu a coroa feita desconfiou que tinha sido enganado e que a coroa
não possuía o ouro todo que tinha dado ao artesão. Para provar que estava certo, chamou Arquimedes
para que este verificasse se a coroa estava ou não falsificada. Arquimedes foi para casa e, nesse mesmo
dia, ao entrar para a banheira descobriu que o nível da água subia à medida que entrava na mesma.
Desatou logo a gritar “EURECA!!!, EURECA!!”. Com base nesta descoberta, Arquimedes verificou
que duas massas de igual peso sendo uma delas em prata e a outra em ouro colocadas em dois recipientes
cheios de água, transbordavam quantidade diferente de água. Verificou então que a massa de ouro
transbordava menos água que a de prata. De seguida mergulhou a coroa do rei no mesmo recipiente
cheio de água e verificou que esta transbordou mais água que a massa só de ouro. Verificou então
que a coroa do rei tinha sido falsificada com alguma quantidade de prata.
Volume e capacidade
Volume e capacidade: que diferenças?
O volume, normalmente, é utilizado para medir o espaço ocupado por um sólido. A unidade de medida padrão é o metro cúbico (m³).
A capacidade, normalmente, é utilizada para medir o espaço ocupado por um líquido. A unidade de medida padrão é o litro (l).
O volume, normalmente, é utilizado para medir o espaço ocupado por um sólido. A unidade de medida padrão é o metro cúbico (m³).
A capacidade, normalmente, é utilizada para medir o espaço ocupado por um líquido. A unidade de medida padrão é o litro (l).
Matemática: uma amiga no dia a dia
Manhãzinha. Num repente
salto da cama, lampeiro.
Lavo a cara, como o pão.
Uma amiga está presente
nas pesagens do padeiro,
no fabrico do sabão.
Não me deixa. Vai comigo,
caminhando para a escola.
O comprimento da bota,
a idade do amigo,
o tamanho da sacola,
tudo mede sem batota.
Vou comprar aquele jogo
que ando há muito a namorar
na loja do Ti João.
Essa amiga acorre logo
diz-me quanto vou pagar
e
quanto troco me dão.
Chego
à escola. Estou na sala,
nesta
mesa onde a tralha
se
amontoa a cada passo.
E
nenhum de nós se cala
se
essa senhora falha
e
não organiza o espaço.
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Se quero comunicar
com quem é d’outra paragem
e tem um falar diferente,
ela lá vem ajudar
porque usa uma linguagem
que é igual p’ra toda a
gente.
Dentro da nossa cabeça
p'lo pensamento é bem vista
esta amiga que o defende.
Pois por estranho que
pareça
ele é como um desportista:
quanto mais treina, mais
rende.
Está no nosso dia a dia
mesmo sem a gente querer,
É prestável, é simpática,
à vida dá harmonia.
Quem poderia viver
sem a amiga Matemática?
António Crespo Moreira
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